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3 tendências das próximas gerações nas empresas familiares brasileiras

Estudo da PwC aponta caminhos relacionados a expectativa de crescimento, dificuldades nos processos de sucessão e integração tecnológica

Por Kênia Gama dia em Empreendedorismo

3 tendências das próximas gerações nas empresas familiares brasileiras
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Boa parte das empresas familiares tiveram quedas de rendimento em 2016, mas estão otimistas em relação aos próximos cinco anos. A maioria sabe que ter uma estratégia digital é cada vez mais relevante, mesmo que essa visão encontre resistência entre os membros das gerações mais velhas que atualmente ocupam cargos de liderança.

Essas foram algumas das descobertas do levantamento Next Generation 2016, pesquisa sobre empresas familiares publicada nesta quarta (2) pela PwC. Confira as tendências apontadas pelo estudo, comentadas pelo sócio-líder em empresas familiares da consutoria, Carlos Mendonça.

1. 42% das empresas familiares brasileiras tiveram queda nos rendimentos, mas 79% esperam crescer nos próximos cinco anos


“As empresas familiares têm mais agilidade em se ajustar. Como elas têm o dono à frente, alguém que está lidando com o próprio patrimônio e não tem de prestar contas trimestralmente aos investidores, há uma rapidez maior em tomar decisões difíceis, como reduzir os quadros ou cortar uma linha de produção. Com a perspectiva de que o pior momento da crise já passou, os que já fizeram a lição de casa em termos de ajustes estão em melhor posição.”

2. Dois dos três aspectos essenciais no sucesso das empresas familiares – estratégia, sucessão e coesão – possuem perspectivas positivas


“Mais de 65% dos entrevistados acreditam que a estratégia está alinhada com a família. Isso me surpreendeu positivamente, assim como o pilar da coesão: 93% das empresas têm mecanismos para lidar com conflitos, como regras para saída e protocolos de família. O aspecto da sucessão é preocupante. Somente 19% das empresas têm um plano de sucessão estruturado. Esse quesito é algo certo que acontecerá em um tempo incerto, pois todos seremos sucedidos. É um tema tabu, associado à finitude das pessoas, mas não trabalhar esse aspecto é um erro gravíssimo.”

3. Ainda há dificuldades de integrar tecnologia


“A empresa familiar brasileira ainda não encontrou uma forma de participar ou de evoluir com consistência para o mercado digital, no sentido de buscar novos modelos de gestão e processos para o negócio; 67% acredita que a empresa não está vulnerável à disrupção digital. É um desafio no qual a nova geração têm muito a contribuir. 55% afirmam já ter discutido a ameaça da disrupção com o conselho e outros 53% dizem já ter se esforçado para fazer a empresa entender a importância de uma clara estratégia digital.”

 

Conteúdo originalmente postado e adaptado de Revista PEGN

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